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sábado, 8 de dezembro de 2007

" Felicidade é um caminho que se percorre, não um lugar onde se chega"


Quando vejo pessoas profundamente egoístas, nos seus mundinhos exclusivos, alimentando-se de suas dores imaginárias ou criadas com a finalidade de serem "sofridas"... fico pensando em como desperdiçam algo que não voltará jamais: o hoje!


O sofrimento é algo que muitas vezes pode ser evitado... A vida é dura pra muita gente... muitos de nós não tem saúde, outros não tem paz... Isso não depende de dinheiro, de coisas que adqiurimos com o tempo ou a experiência. Saúde e paz são também reflexo da luta que travamos diariamente na manutenção da nossa personalidade.


Todos já temos o conhecimento de que as doenças estão initmamente relacionadas ao direcionadmento que damos à vida. Então, mesmo nos casos genéticos, em gêmeos idênticos, a mesma doença se manifesta de maneira diferente, porque depende também da individualidade...


Eu nasci com uma predisposição pra alguns problemas, como todos, porque a nossa dor não é uma exclusividade! E se repararmos bem a nossa dor não é nada em comparação à de muita gente...


Mas, como profundos egoístas que geralemnte somos, estamos muito preocupados com o nosso umbigo! Não nos interessamos pelos outros, próximos ou distantes... Aí, meu caro, realmente, fica difícil!


A vida é uma cobradora implacável... nossas ações são como poderosos ímãs atraindo aquilo que escolhemos... sim, porque são escolhas que fazemos o tempo todo!


O dia está lindo e você prefere curtir as paredes de sua casa? De quem é o problema? "Ah, mas eu tenho isso, eu tenho aquilo"... Sim, mas e quem é que não tem seus "issos e aquilo" hoje em dia? Você não é o único, nem o primeiro e muit menos o último... só aconselho que olhe em sua volta... Você seria um revoltado se tudo estivesse maravilhoso também porque não valoriza as coisas boas que a vida já lhe oferece... mesmo sem você merecer!


Todas as situações podem ter um lado bom ou pelo menos útil! Por que nos aferrar justamente ao que não vai bem? Por que dar uma dimensão profunda a algo superficial? Qual a verdadeira necessidade humana que move o mundo? E finalmente, qual é o seu objetivo na vida?


Sempre criamos nossos filhos esperando que eles tenham objetivo, sucesso profissional, financeiro... enfim, que sejam bem sucedidos... Eu desejo que meus filhos sejam felizes! Se forem felizes e mal sucedidos, ainda assim serão felizes! Mas se forem bem sucedidos e infelizes, talvez nada mais valha a pena...


E onde está essa felicidade? Aí é que está... não está à venda... depende de vários fatores, entre eles uma busca e uma valorização das pequenas coisas... pequenas coisas são importantes... às vezes precisamos "apanhar" da vida pra aprender... e essa aprendizagem é insistente! Se você ficar demorando numa lição da vida, só estará adiando sua própria felicidade!!! Não vai adiante! Tem que aprender corretamente!


Eu vou rapidinho das dores para as alegrias... não sou alegre o tempo todo... não tenho sangue de barata! Mas não me deixo abater... por nada e nem por ninguém! Sou assim por escolha... sou assim e acho que mudaria se assim fosse o pior pra mim....


Estou com Tiago no MSN... ele tá em Londres... e disse : " Tem gente que vive esperando pra ser feliz... felicidade é um caminho que se percorre, não um lugar onde se chega..."


Bom, as coisas que tenho pra fazer hoje são muitas... ir no supermercado, ficar com Binho, ir no enterro, as "Bodas de vinho"... a vida continua!




A morte das pessoas e as pessoas que morem em nós...


Hoje eu acordei cedo e decidi que melhor que dormir num sábado de sol é colocar o trabalho em dia, ir ao salão de beleza, caminhar e cozinhar para os amigos e filhos. Também preciso ir no supermercado, pagar o alguel, limpar a casa...

O dia de ontem foi decisivo para mim em aspectos importantes no campo emocional. Mas isso é outra história, da qual prefiro falar pela linguagem poética, cheia de metáforas e sutiliezas.

Cheguei na escola às 7h 20 min e fiquei logo sabendo que D. Marta faleceu. Estava esperando dar 8 horas pra ligar pra Rosinha, mas em poucos minutos ela chegou acompanhada de Philippe. Ligamos para todas as pessoas para dar a notícia e comunicar o local e horário do velório e enterro.

O sofrimento no hospital por cerca de dois meses foi um processo que contribuiu para a aceitação da morte dela como algo libertador. Mas a morte após uma vida útil, produtiva e de doação pode se constituir realmente numa recompensa... D. Marta completou no dia 14/11, 71 anos, segundo seu registro de funcionára. Já estava na escola há mais de 30 anos. Não queria se aposentar... Sempre cuidou da cozinha dessa escola com dedicação, boa vontade e alegria!
Rosinha era muito ligada a ela e ontem mesmo falávamos sobre seu precário estado de saúde... Rosinha é muito emotiva e solidária. A decisão de cancelar a confraternização (que Rosinha faz junto com seu aniversário) já tinha sido tomada e antes de ontem eu coloquei o aviso na sala dos professores... Hoje é sábado... não há alunos na escola, mais se houvesse fecharíamos e convidaríamos a todos pro seu enterro... E com certeza muitos jovens iriam querer ir prestar sua última homenagem a essa pessoa tão humana e tão batalhadora...


D. Marta fazia a merenda com amor... é difícil encontrar pessoas que realizem seu trabalho com amor hoje em dia... Ela sempre ficou depois do horário, organizando as coisas... nunca teve pressa em terminar o expediente. Ao contrário de muitos funcionários muito mais jovens, não faltava nunca! O compromisso com o trabalho é isso: vir e fazer a sua parte pra valer!

Ela foi uma guerreira... criou vários filhos e ainda criava alguns netos...

As pessoas lidam com a morte de várias maneiras... de acordo com suas crenças e valores... Até agora eu só perdi dois parentes próximos, Painho e meu tio Lindomar... Doeu... mas aprendi que tudo na vida tem um prazo de validade... a dor tem um prazo de validade curto para mim... ela não pode ser negada, quando surge,mas pode ser evitada ou atenuada...

É preciso saber viver... e saber morrer também...
Na verdade, para mim a morte não existe... é ume estado transitório... a vida é eterna... e a eternidade pode ser terrível para alguns... para mim, ela é como a minha vida: promissora
A vida continua... o "acabar" simplesmente não faz sentido pra mim... então, onde quer que esteja agora, D. Marta, tenha certeza de uma coisa... a senhora passou por aqui e fez a sua parte... com sacrifício, com determinação e com amor! Que Deus abençõe...

domingo, 25 de novembro de 2007

Os "tipos emocionais" e "O passado"...

Aqui em Salvador há as chamadas salas de arte. São salas que passam os filmes não comerciais ou pouco comerciais, e portanto (geralmete) mais interessantes do que os que a gente vê em todas as salas dos muitos cinemas dos shoppings. Um site que consulto pra ver programação é http://www.saladearte.art.br/ . E a programação geral vejo em http://www.cineinsite.com.br/
Ontem fomos ao Cinema do Museu (lugar legal, no museu Geológico (http://www.salvador2003.com.br/museus.htm)

Assisti com Mamy e Jan (minha irmã mais nova) o instigante "O passado".

"O passado" é um filme sensível do Hector Babenco com Gael Garcia Bernal ( que eu adoro e já vi em outros grandes filmes) e Analía Couceyro (Sofia), que não me lembro de ter visto antes, mas que é uma excelente atriz. As cenas em que ela faz com um simples olhar aquela cara típica das pessoas desequilibradas é demais! Fazer cara de doido não é fácil... assim, com tanta verossimilhança.

O filme é baseado num livro de Alan Pauls, que escreve uma história muito possível, embora singular, de um casal que se separa depois de 12 aos de casamento.
Das quatro mulheres que o personagem tem, três são complicadíssimas. A Carmen (Ana Celentano, na foto ao lado) é uma bela mulher, possessiva, ciumenta e mal resolvida... Como muitas possessivas ela faz coisas desnecessárias e inadimissíveis. Numa cena em que eles estão num restaurante simples, uma criança oferece um chocolate pra Rimini. Ela já fica visivelmente chateada. Depois a criança vem e oferece outro. Rimini faz um carinho na criança e Carmen dispara um absurdo sem tamanho: " Você quer chupar a b... dela?" Chocante essa violência psicológica! Ele fica pasmo e não responde nada...

As cenas de sexo não são excitantes. Aliás, sexo com o Rimini (Gael) é aquele sexozinho em graça que a maioria dos casais faz. Especialmente os com relação longa e desgastada. Também são cenas rápidas... Acho que a idéia era mostrar justamente isso... não é o sexo que alimenta as relações dele... são os problemas!

Ah, Paulo Autran faz um francês quase patético, mas com grande maestria. Há cenas que se passam em São Paulo também.

Gael é ótimo... gosto muito dele em "O crime do Padre Amaro"... especialmente por modernizarem a história (original de Eça de Queiroz que é um dos meus autores favoritos) e ele conseguir encarnar o padre do livro... Em "Amores brutos" Gael também dá seu recado. Em "Diários de Motocicleta" ele faz um Che carismático e apaixonante... Li recentemente um texto onde Che Guevara é mostrado como um tirano... nada do mito das camisetas. Mas todo ser humano, sem exceção, tem seu "lado B"... mas isso é outra história...

Não tenho nenhuma situação semelhante a do filme, mesmo assim me identifico com ele. É bacana observar como o personagem Rimini, é igualzinho a cada um de nós nas suas escolhas amorosas. É, porque eu acho que a gente "tende" a escolher certos tipos emocionais. Ele só se relaciona com mulheres difíceis!

Eu separei há cerca de 7 anos... gosto dos tipos organizados, inteligentes, que tem cuidado comigo, geralmente lêem muito (e é um programa bacana passar horas na cama lendo - risos) e gostam de relacionamentos duradouros. São também articulados, carinhosos, sedutores e quase sempre me amam de verdade. Esse "tipo emocional" também costuma respeitar minhas decisões, não pegar no eu pé (até porque estabelecer limites faz parte do meu "tipo emocional") e resolver tudo no diálogo.

Nos meus 13 anos de casamento (casei aos 16! Coisa que não recomendo a ninguém!) acho que tive umas três brigas com meu ex...

O "tipo emocional" que me atrai é calmo, paciente e me deixa falar até a exaustão, quando estou arretada... ou seja, o clássico "quando um não quer, dois não brigam". Detesto briga, cobrança, ciúmes e atrasos... Isso fica claro logo o início... então, o "tipo emocional" também vai se moldando às minhas preferências... e eu às dele, que relacionameto é algo construído e nunca acabado. Quer dizer, quando "acabado", tem mais é que partir pra outra e c´est fini! Mas muitas pessoas não conseguem! E sofrem, porque os masoquistas emocionais adoram sua dor!

Lendo assim, parece fácil. Parece então que quando a mulher fica com um safado que a trai sistematicamente, ela que escolheu esse tipo. Em se tratando de relacionamento nada é tão certo... mas eu ainda acho que há uma certa busca por determinados tipos sim! Observe na prática. Parece que algumas pessoas só fazem a escolha errada. E a questão é sumariamente essa: a escolha. Um tipo machão, que não respeita minha liberdade, não vai funcionar comigo! Não vou sequer me interessar por ele... a sensibilidade é um verdadeiro "pré-requisito" pra mim... então, no meu ponto de vista, a gente escolhe sim... e atrai também. Que tipo de pessoas você anda atraindo?

Pessoas carentes tendem a fazer mais concessões. Pessoas inseguras tendem a ser ciumentas e controladoras. Pessoas reprimidas tendem a ser metódicas... enfim, nada é fechado assim... mas dê uma pensada nas pessoas que conhece... Tudo tem uma gênese... uma raiz que explica os frutos...

E aí vem a questão da auto-estima. Se a sua auto-estima estiver detonada, você é um (a) candidato(a) a se relacionar com alguém que vai te magoar. É como se tivesse um letreiro verde fosforescente na sua testa dizendo "Pode machucar... eu vou permitir." É, porque pra mim, as pessoas fazem com a gente o que nós permitimos que elas façam...

Então, somos os responsáveis diretos de tudo que acontece de bom ou de ruim na nossa vida... A vida afetiva pode ser um fiasco, mas ela pode ser boa também. Ficar só é também uma escolha. Na busca por companhia a qualquer preço, muitos mantém um casamento pela estabilidade e comodidade. Muitos mantém um namoro morno e sem sal... e muitos mantém também uma vida dupla.

A relação ideal pra mim (que existe e é possível) baseia-se na honestidade e na liberdade de não nos descaracterizarmos para atender ao desejo do outro. Podemos, como numa "balança de pratos" ceder aqui e ali pelo equilíbrio da relação, mas tem que ficar muito claro o porquê de estarmos cedendo... e que não cederemos para sempre e nem em toda situação. O outro também tem deve fazer concessões. E essa história de tirar a liberdade porque está namorando ou numa relação, não faz sentido para mim.

Manter a liberdade, manter a autonomia e respeitar as diferenças é primordial! Foi-se o tempo que o marido era o "senhor"... Ah, e um detalhe muito importante: trabalhe! Ganhe o seu dinheiro. Pessoas que dependem financeiramente do outro tendem a ser manipuladas justamente por esse ponto. Quem se sustenta (e as mulheres no Brasil têm possibilidades de fazer isso e têm cada vez mais se tornado "chefes de família"...) não aceita violência emocional ou física da mesma forma de quem é dependente financeiramente. Claro que há casos e casos, isso aqui não pretende ser a "realidade" do comportamento feminino, mas a "permissividade" caminha junto com a dependência...

A dependência emocional é algo cruel. É como uma droga viciante em que o usuário não se sente capaz de viver sem ela. Nunca dependi de ninguém porque não faz parte do meu "tipo" essa característica... mas pra você saber qual seu tipo, tem que conhecer-se... porque quem vive com a gente, até mesmo filhos ainda pequenos, nos conhece. Sabe até onde pode aprontar. A gente também sabe que tipo de "infrações" o outro vai aceitar, não sabe?Então...

No mais, os semelhantes se atraem. Pessoas muito diferentes em padrões de comportamento, cultura e projeto de vida, tendem a ter mais conflitos. E o conflito é algo complexo.

O Rimini gostava mesmo de mulher complicada porque ele também é um complicado... Mamy sempre diz que alguns casais ficam juntos por causa do problema e não porque busquem a felicidade. Reconheço que algumas pessoas são como caça-palavras pra mim... outras são labirintos... eu sempre me apaixono pelos labirintos... são complexos, sim, por que não? Mas que desfio oferece um mero "caça-palavras"?

Mas não me magoam... eu termino uma relação que não me traz mais alegria. A gente se magoa quando o outro não nos dá o que queremos, não é? Prefiro não acalentar algo que está morrendo... mesmo que esteja muito vivo em mim!

Fico só por muito tempo... talvez alguns me julguem exigente... mas a gente aprende a caminhar na vida pelas ruas que nos levam a algum lugar. Passar pela vida sem objetivos também é um maneira de supervalorizar a busca emocional. A busca da felicidade também deve incluir satisfação profissional.

Nada está completo em mim ainda. Sou um mosaico de pequenas coisas que se alternam... mas o desafio é montar esse mosaico... para que ele se torne um conjunto harmônico...
O coração é um terreno muito vasto e caprichoso. Mas a mente é um terreno ainda mais vasto...

Bom, hoje é domingo... um sol maravilhoso... por que você não vai à praia? Aí não tem praia? Lamento, isso é grave! Mas há sempre outras soluções! Aproveite!!! O dia de hoje não tem reprise!

Amazona



quarta-feira, 21 de novembro de 2007

De onde viemos e para onde vamos?


Existem grandes perguntas que não querem calar nunca na gente... coisas que se pensarmos muito a respieto, podem nos levar a conclusões sem fundamento.


Alguns fundamentos, que concebemos como certos, já foram apenas idéia na cabeça de alguém, um dia...


Nada é concreto nesse "mundo confuso e confusamente percebido" (como diria Milton Santos).


Eu não sei com certeza de onde vim. Além de saber que saí do corpo da minha mãe... mas acredito em coisas... coisas que fazem sentido para mim, mas não para todos.


Agora, existe uma certeza, a de para onde eu vou. Porque isso depende do direcionamento que dou para minha vida. Através de ações, atitudes, reflexões e dilemas.


Eu vou, cada vez mais, de encontro ao novo... de ecncotro às possibilidades que a vida oferece. Porque a vida, a vida, do jeitinho que ela é, a vida, oferece muito! É um mar de pessoas... e precisamos nos abrir pra receber essas pessoas e seus universos particulares. Ou nos fechar pra balanço...


Mas estar aberto ao novo não signifcia que estejamos abertos como um bar, onde qualquer um pode entrar... Há uma lógica em tudo que fazemos. Pelo menos deveria haver.


Todas as pessoas podem se aproximar de mim. Mas existem mesmo algumas senhas de acesso. Não somos acessíveis a todos da mesma forma, somos?


O que estou tentanto dizer, é que devemos ampliar o leque. Todos os seres humanos têm aspectos interessantes. São individualidades complexas, e portanto, passíveis de erros e acertos. Então, no corre-corre da vida, sequer percebemos as pessoas que surgem na nossa vida. Se forem muitas, é claro que vai haver uma seleção!! O que é importante, no meu ponto de vista, é explorar pelo menos um dos "lados" da pessoa.


Normalmente as pessoas andam por aí com uma face... por trás dessa máscara corpórea, há um indivíduo. Repleto de similaridades, mas no conjunto da obra, é um ser original. Ninguém vive exatamente como ele, sente como ele ou age como ele. Somos autônomos e diferentes.


As diferenças são um fato. Mas aí nós buscamos os semelhantes. E até damos nomes interessantes para eles....um dos mais usuais e amplos é : cara-metade. Mas a cara-metade não existe... a alma gêmea não existe. Cada um foi criado em unicidade... o que acontece é que similaridades são extrememente atrativas, ainda mais num mundo desse...


Bom, estou numa enxaqueca daquelas...

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O que você faria?

Sou uma pessoa movida a impulsos pessoais. eles não são brandos na maioria das vezes. Mas ainda são controláveis. Aliás, o que a cultura, a sociedade e a educação fizeram por vc? Acho que muitas vezes impuseram limites. Sim, porque vivemos num mundo cheio de regras e limites. Perái que algumas regras eu respeito e acho válidas, mas algumas eu questiono e simplesmente desobedeço!

Mas enetendo o mundo que segue um padrão estabelecido. Entendo, respeito e às vezes até apoio. A família por exemplo. A família é uma regra pra se aceitar mesmo. Parente é um troço esquisito que só porque nasceu com "laços consanguíenos" a gente temque aturar para o resto da vida! É complicado, mas eu acredito em Deus e só ele realmente sabe o porquê de certos parentes.

Das coisas que nos cercam e nos cerceiam a liberdade, a religião tem um papel preponderante. E não é de hoje. A validade de se fazer alguma coisa temendo outra é discutível, mas o acreditar em alguma coisa é extremamente válido. Mesmoq ue sejauma crença baseada em grandes mentiras. Mentiras que os homens e mulheres (mas os homens contaram mais nessa história) contam!

Então, o que a sua liberdade fez por você?

Ah, você não é livre? Pois deveria!

O que você faria se o mundo acabasse amanhã?

Tudo bem, o fim do mundo não existe.

Mas o que faria se fosse morrer amanhã? Porque isso, cara-pálida, fatalmente vai te ocorrer!

Durma e pense nisso!